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Araras inicia projeto piloto de conteinerização do lixo domiciliar

A Prefeitura de Araras está implantando um projeto piloto de conteinerização do lixo domiciliar, com a instalação de 200 contêineres em pontos estratégicos da cidade. A iniciativa tem como objetivo aprimorar a organização da coleta, melhorar as condições de limpeza urbana e reduzir o descarte de resíduos diretamente nas calçadas e nos espaços públicos.

A primeira etapa contempla a Praça Barão de Araras e ruas do seu entorno, região que concentra parte significativa das atividades comerciais do município e registra intensa circulação de consumidores, trabalhadores e pedestres. Além disso, unidades já estão sendo disponibilizadas nas regiões do Parque Ecológico, do Ginásio de Esportes “Nelson Rüegger”, do Lago Municipal, do Cemitério Municipal e algumas grandes avenidas.

A coleta dos resíduos depositados nos contêineres será realizada diariamente nesses pontos, a partir das 18h. A proposta é organizar o acondicionamento do lixo e facilitar a operação de recolhimento, especialmente em áreas com grande movimentação de pessoas e estabelecimentos comerciais.

Implantação sem custo

A implantação do projeto não terá custo adicional para o município, uma vez que o fornecimento dos equipamentos e os serviços correspondentes já estão previstos no contrato vigente de coleta e destinação do lixo domiciliar pelo Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável (Condesu), que faz parte da rotina da cidade desde a adesão em 2025.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, em conjunto com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura, responsáveis, respectivamente, pelos aspectos operacionais da coleta e pelas diretrizes de gestão ambiental relacionadas ao descarte adequado dos resíduos.

Para a secretária de Serviços Públicos, Sandra Milaré, a medida busca aprimorar a eficiência operacional da coleta domiciliar. “A implantação dos contêineres permite organizar os pontos de acondicionamento dos resíduos e otimizar a dinâmica de recolhimento, especialmente nas regiões de maior concentração comercial e circulação de pessoas”, destaca.

Já a secretária de Meio Ambiente e Agricultura, Raquel Eliana Metzner, ressalta que a eficiência do sistema também depende da utilização correta dos equipamentos pela população. “Além de utilizar os contêineres corretamente, a população deve continuar separando os materiais recicláveis, permitindo seu encaminhamento à coleta seletiva. A participação dos moradores e comerciantes é essencial para que a iniciativa alcance os resultados esperados”, explica.

O que pode ser descartado nos contêineres?

Os equipamentos são destinados exclusivamente ao lixo comum, como restos de alimentos, resíduos sanitários, embalagens sujas e outros materiais que não possam ser encaminhados à reciclagem. Os resíduos devem ser acondicionados em sacos ou sacolas adequados antes do descarte.

Já os materiais recicláveis, como papel, plástico, vidro e metal, devem ser separados e destinados à coleta seletiva.

Nas áreas atendidas pelo projeto, a orientação é que o lixo comum seja depositado dentro dos contêineres, evitando o acúmulo de sacos nas calçadas e em frente a residências e estabelecimentos comerciais. A mudança busca contribuir para a conservação dos espaços públicos e para a organização do ambiente urbano.

Todos os contêineres são numerados e chipados, o que permite que a empresa Coleta – que fornece o serviço pelo Condesu, acompanhe a localização e a identificação de cada equipamento.

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